BASTIDORES DA POLÍTICA – Em 15/11/2017

ENTÃO TÁ

Segundo a Prefeitura de Cabo Frio, a Mônaco Residencial patrocinou os shows em comemoração ao aniversário da cidade. O Poder Executivo, no entanto, não deu maiores esclarecimentos a respeito do custo do evento e dos benefícios que a empresa terá pelo gesto de “caridade”.

DE CAMAROTE 

O prefeito Marquinho Mendes e a primeira dama, Kamilla, acompanharam toda a festa dos 402 anos de Cabo Frio do alto de sua cobertura na Praia do Forte. Estrategicamente, o palco foi montado bem em frente a um dos muitos prédios do prefeito.

TRISTE REALIDADE

Não se pode negar que mesmo com shows na cidade, os olhares dos cabofrienses eram tristonhos. Enquanto a Prefeitura tenta transparecer uma normalidade que não existe, o povo perece pela falta de pagamentos.

SERIA CÔMICO SE TRÁGICO NÃO FOSSE…

E por falar na tal “normalidade” que o governo de Cabo Frio tenta passar para a sociedade e a mídia em relação ao cenário político e econômico, é preciso dizer que a estratégia não tem logrado êxito. Apesar de ter organizado uma agenda especial para os 402 anos da cidade – com inaugurações, reinaugurações e shows – ainda é muita a cobrança pelo pagamento. O suspense em torno do 13° salário também apavora os servidores e principalmente quem depende deles. Será um Natal terrível para os comerciantes se os funcionários públicos não receberem a gratificação para gastarem nas celebrações de fim de ano.

VAI TER RÉVEILLON? 

Falando em final de ano, turistas e familiares de cabofrienses que costumam passar a virada de ano na cidade já se perguntam se vai ter festa neste Réveillon. Bem, caso a resposta seja sim, o que queremos saber mesmo é quem irá bancar a festa, principalmente se a Prefeitura fechar o ano devendo ao funcionalismo público.

FALTA DE AVISO NÃO FOI 

Nós avisamos que os diretores sindicais da nossa cidade sempre visaram os seus próprios interesses. Sabíamos que só protagonizaram aquelas cenas deploráveis no governo passado porque pretendiam ganhar espaço na atual administração. A prova de que estávamos falando a verdade é a ação – ou a falta dela – dos sindicatos diante da falta de compromisso do governo com os acordos firmados com o funcionalismo. Todos estão calados e até o momento não teve quem ousasse se manifestar. Seria medo? Conveniência? Cadê o Sepe, Sindicaf, SindSaúde e as outras entidades que representam os servidores?

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