OPINIÃO – “O povo escolheu Barrabás e agora as coisas vão de mal a pior”, afirma Giedre Valeika

Confira, a seguir, o artigo da empresária Giedre Valeika

Não é segredo para ninguém que Cabo Frio vem enfrentando grandes dificuldades financeiras.
Enquanto prefeito, Alair Corrêa enfrentou grandes desafios, principalmente nos 2 últimos anos do seu mandato. Presenciamos perseguição, xingamentos e muita impaciência por parte de sindicalistas e também da população.
Acreditou-se que ele foi o autor do grande caos que se instalou na cidade, levando o mesmo a atrasar os salários dos servidores. No furor da emoção, muitas pessoas foram levadas a pensar que o homem que outrora havia dado vida ao nosso paraíso, seria o mesmo que o mataria. Assim acreditaram que trocar a liderança seria o melhor caminho para dar cabo aos problemas que atormentavam a todos. Um equívoco!
O propagador da grande reconstrução voltou, mas ao contrário do que se esperava, veio para aumentar ainda mais o desespero daqueles que o tinham como o salvador da pátria. Hoje se tem a certeza do erro. Embora alguns ainda insistam em denegrir a imagem do governo Alair, a grande maioria reconhece o seu valor e a sua luta para administrar uma cidade já projetada para uma outra realidade econômica. Por conta dessas grandes dificuldades, foi preciso priorizar algumas coisas em detrimento de outras. Alair atrasou pagamentos, principalmente dos seus cargos de confiança – o que acarretou grande desconforto no seu grupo político. Pode não ter conseguido quitar todas as folhas salariais de todo o funcionalismo, entretanto, os comissionados foram os que ficaram mais tempo sem receber, o que o diferencia do atual prefeito, que insiste na tese do “farinha pouca meu pirão primeiro”.

Outro dado interessante é o custo para a limpeza urbana em Cabo Frio. No governo anterior gastava-se menos da metade do que se gasta atualmente. Para se ter uma ideia, o último contrato firmado com a Prime (empresa mineira responsável pelo serviço) foi de R$ 5.937.000 (cinco milhões, novecentos e trinta e sete mil reais) por apenas 59 dias de serviço, o que nos leva a crer que o atual prefeito nos tem como tolos. Devido ao alto custo, esperava-se ao menos um serviço de excelência, o que não vem acontecendo.
A crise é real, é nacional! Todavia, centralizou-se de maneira expressiva no Estado do Rio de Janeiro, gerando aos municípios um grande sofrimento devido aos escândalos de corrupção. Fato que refletiu com muita expressão em Cabo Frio.
Tentaram colocar o Alair como Cristo, zombaram dele, o humilharam, o escarneceram, chamaram a Barrabás – e tiveram Barrabás – e infelizmente as coisas vão de mal a pior…
Triste realidade!

Giedre Valeika

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