BASTIDORES DA POLÍTICA – Em 28/10/2017

BASTIDORES DA POLÍTICA
Conforme prometido, estamos lançando a coluna “Bastidores da Política”, aqui faremos um resumo das principais movimentações da Política e da Imprensa na cidade de Cabo Frio.

O TORMENTO DE MM
Cabo Frio aguarda ansiosamente pela decisão a respeito da “Modulação de Efeitos” no Supremo Tribunal Federal (STF). As estruturas da administração municipal estão abaladas, e nas rodas de conversa e cafés da cidade a queda de Marquinho Mendes (PMDB) já é dada como certa. Só não há certeza absoluta de quando isso deve ocorrer.

O DESESPERO DO BLOGUEIRO
Um blogueiro da cidade de Cabo Frio está apavorado com a possibilidade do prefeito Marquinho Mendes perder o mandato. Quase diariamente o cidadão publica notas em seu blog a respeito, além de atacar o grupo político de Dr. Adriano com acusações infundadas. A falta de argumentos o fez apelar para a baixaria…

CÂMARA INERTE
A Câmara de Cabo Frio segue inerte no que tange à situação jurídica do prefeito. Não se ouve um pio sobre o assunto.

COMO SE POSICIONARIAM OS VEREADORES DA BASE?
Conjecturando: se for julgado e condenado em todas as instâncias e não tiver mais condições de recurso, Marquinho Mendes deve ser afastado da Prefeitura de Cabo Frio. Resta saber se o STF dará posse ao segundo colocado – Dr. Adriano – ou convocar novas eleições. Caso Dr. Adriano assuma, como se posicionariam os vereadores governistas de Marquinho Mendes? Abandonariam MM e ficariam na base com o novo prefeito ou fariam oposição ferrenha? E os que hoje são oposição, passariam a ser governistas ou formariam um “grupão” de oposição? O tempo dirá.

A FARRA DAS ‘EMERGENCIAIS’

Enquanto aguarda a decisão da Justiça, MM segue promovendo uma verdadeira “farra” nas contratações emergenciais em seu governo. A Prime – empresa mineira responsável pela limpeza urbana – continua recebendo milhões dos cofres públicos por um serviço precário. A estimativa é de que R$ 36 milhões por ano sejam pagos a empresa. A título de comparação, no governo passado o serviço custava em torno de R$ 18 milhões anualmente. É no mínimo estranho que o custo tenha aumentado nessa proporção em tão curto espaço de tempo.

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